Trazendo mais qualidade de vida através de uma abordagem humanizada e única para você.
Com uma sólida formação e extensa experiência em neurocirurgia, Dr. André Marques é um neurocirurgião especializado em cirurgia de coluna de alta complexidade no Rio de Janeiro. Graduado pela Universidade do Grande Rio em 2008, buscou aprimorar seus conhecimentos e habilidades por meio de uma trajetória profissional dedicada à excelência e à inovação.
Fez residência em neurocirurgia no Hospital Salgado Filho.
Objetivando especializar ainda mais, buscou aprimoramento na Universidade de Lisboa com especialização em cirurgia de coluna e na Universidade do Minho, em Braga, com o foco em Cirurgia Minimamente Invasiva de coluna no ano de 2014.
Com o firme propósito de estar sempre na vanguarda, em 2016, expandiu os horizontes e conhecimentos ao realizar uma nova especialização em Endoscopia de Coluna e Cirurgia Minimamente Invasiva na renomada Universität de Rostock, na Alemanha. Essa experiência internacional enriqueceu ainda mais seu repertório clínico e técnico, permitindo oferecer aos seus pacientes as mais avançadas, modernas e eficazes soluções no campo da cirurgia de coluna.
A sua dedicação à prática da medicina baseia-se em princípios de ética, comprometimento e constante aprimoramento. Com uma abordagem humanizada e orientada para as necessidades individuais de cada paciente, busca proporcionar tratamentos personalizados, baseados em evidências científicas e resultados de excelência em todas as intervenções cirúrgicas que realiza.
Fundado há mais de três décadas, o Centro de Escoliose do Rio de Janeiro é uma instituição renomada que se destaca pela excelência no tratamento de deformidade de coluna, destacando a escoliose e outras doenças de alta complexidade da coluna em pacientes de todas as faixas etárias. Sob a liderança do neurocirurgião Dr. André Marques e da conceituada ortopedista Dra. Yerka Martins, profissionais de sólida formação e vasta experiência, o centro se compromete a fornecer cuidados médicos de alta qualidade, tanto em procedimentos cirúrgicos quanto em terapias não invasivas conservadoras.
Com uma abordagem abrangente que engloba desde cirurgias complexas até terapias conservadoras, nossa clínica, situada no prestigioso bairro do Leblon, proporciona um ambiente estruturado e acolhedor, propício para promover a saúde e a qualidade de vida de nossos pacientes.
Nosso compromisso vai além do tratamento pontual; buscamos estabelecer uma relação de confiança e acompanhamento contínuo, visando à plena reabilitação e ao retorno do paciente a uma vida ativa e saudável.
Seminário AOSpine Residentes e Fellows – São Paulo – Brasil
Osso temporal do Hospital da Força aérea do Galeão Prof. Luiz Borba – Rio de Janeiro – Brasil
Anatomia dos Ventrículos, Sulcos e Giros Cerebrais e cirurgia dos gliomas de baixo grau – Beneficência Portuguesa – Instituto de Ciências Neurológicas – ICNE – São Paulo – Brasil
XIIth CSRS-ES Cadaveric Intructional Course (Cervical Spine Research Society European Section) – Universidade de Barcelona – Spain
International Training – Balloon Kyphoplasty – USP Ribeirão Preto – São Paulo – Brasil
Treinamento Avanzado\ Master de coluna – AOSpine Cadavérico – Lima – Peru
Técnicas de Estabilização Posterior Percutânea – USP Ribeirão Preto – São Paulo – Brasil
Artrodese Minimamente Invasiva – USP Ribeirão Preto – São Paulo – Brasil
Dynamic Stabilization System – Miami Anatomical Research Center – Miami
Endoscopic Spine Surgery – Charité Universitats medizin Berlin – Alemanha
VCF treatment: Controlled Anatomical Restorationand Pain Management – UFRJ – Rio de janeiro – Brasil
Full-endoscopic Surgery of the Lumbar Spine byRIWO – Unicamp – SP – Brasil
Minimal invasive lumbar arthroplasty – Bremen –Alemanha
Ulrich Spine Academy – Ulm – Alemanha
Curso de Cirurgia da coluna – INTO – Rio de janeiro – Brasil
SRS (Scoliosis Research Society) deformidade de coluna no adulto e pediátrica
A dor lombar é uma das queixas mais comuns entre adultos (7 em cada 10 brasileiros terão dor lombar ao longo da vida) e representa um problema de saúde pública por ser a principal causa de falta ao trabalho.
Pode ser gerada por diversas causas como hérnia de disco, espondilolistese, espondilose entre outras.
E possível tratar essa condição com uma combinação de tratamentos conservadores, como medicamentos e fisioterapia, e procedimentos minimamente invasivos quando necessário, focando em uma recuperação rápida e eficaz.
A hérnia de disco lombar ocorre quando o núcleo pulposo (parte central do disco que é mais mole) de um disco intervertebral sai através de uma fissura no anel fibroso (parte externa da cartilagem), pressionando os nervos adjacentes e/ou medula.
Esse problema pode causar dor intensa, formigamento ou fraqueza nas pernas Pode ser tratada conservadoramente com uso de medicações específicas e fisioterapia e nos casos específicos que seja necessária uma cirurgia pode utilizar técnicas avançadas para tratar essa condição realizando intervenção cirúrgica minimamente invasiva e promovendo uma recuperação mais rápida e alta hospitalar precoce.
Cervicalgia é caracterizada por dor aguda ou crônica no pescoço. Pode ser decorrente de estresse muscular, problemas vertebrais, hérnia de disco ou outras condições médicas. O diagnóstico preciso e tratamentos efetivos que podem incluir ajustes ergonômicos, medicamentos e fisioterapia. E em casos de falha do tratamento conservador ou déficit neurológico pode ser necessária a abordagem cirúrgica
Dor cervical (cervicalgia) refere-se a dor na região do pescoço. Essa dor pode estar associada com dor no braço e dor na parte de trás da cabeça, que podem ser provocadas por tensões musculares, hérnias de disco, ou artrite, entre outras doenças. Os tratamentos personalizados vão desde terapias conservadoras até procedimentos cirúrgicos, conforme a necessidade do paciente, sempre visando aliviar a dor e restaurar a mobilidade.
A hérnia de disco cervical é uma condição em que o disco localizado entre as vértebras do pescoço se projeta para fora e pressiona os nervos ou a medula da região cervical.
As causas mais comuns da hérnia de disco cervical incluem o envelhecimento, desgaste natural dos discos intervertebrais, lesões traumáticas no pescoço, excesso de peso e fatores genéticos.
Os possíveis sintomas da hérnia de disco cervical podem incluir dor no pescoço que se irradia para o ombro, braço e mão, formigamento ou dormência nos membros superiores, fraqueza muscular no braço e mão.
O tratamento para a hérnia de disco cervical pode envolver repouso, uso de analgésicos e anti-inflamatórios, fisioterapia para fortalecer a musculatura do pescoço e aliviar a pressão sobre os nervos, injeções de corticosteroides e, em casos mais graves e persistentes, cirurgia para remover a parte do disco herniado.
A escoliose idiopática é uma condição em que a coluna vertebral se curva lateralmente de forma anormal, formando um “S” ou “C”. O termo “idiopática” significa que a causa específica da curvatura não é conhecida.
As causas exatas da escoliose idiopática ainda não são totalmente compreendidas, mas acredita-se que fatores genéticos desempenhem um papel importante no seu desenvolvimento. Essa condição é mais comum em crianças e adolescentes durante o período de crescimento rápido.
Os possíveis sintomas da escoliose idiopática podem incluir desalinhamento visível da coluna, ombros ou quadris assimétricos, uma omoplata (escápula) mais proeminente que a outra, dores nas costas e, em casos mais graves, dificuldade respiratória devido à compressão dos pulmões.
O diagnóstico da escoliose é geralmente feito através de exames físicos, como o teste de Adams. E uso de Rx da coluna.
O tratamento para a escoliose idiopática depende da gravidade da curvatura e do estágio de desenvolvimento do paciente. Opções de tratamento incluem observação regular para monitorar a progressão da curva, uso de coletes ortopédicos para controlar a curvatura em adolescentes em crescimento e, em casos mais graves, cirurgia para corrigir a curvatura e estabilizar a coluna.
A escoliose neuromuscular é uma curvatura anormal da coluna vertebral que ocorre devido a problemas neurológicos ou musculares, como paralisia cerebral, distrofia muscular ou lesões na medula espinhal. Essas condições afetam a forma como os músculos suportam a coluna, causando desalinhamentos e curvas na coluna.
Os sintomas podem incluir deformidades visíveis nas costas, desequilíbrio postural, dor nas costas, fadiga muscular e dificuldade respiratória em casos mais graves.
O diagnóstico e tratamento da escoliose neuromuscular são essenciais para evitar complicações e manter a qualidade de vida.
A escoliose congênita é uma condição em que a coluna vertebral apresenta uma curvatura lateral anormal ao nascimento. Diferentemente da escoliose idiopática, a congênita é causada por anormalidades no desenvolvimento dos ossos da coluna vertebral ainda antes do nascimento.
As causas da escoliose congênita estão relacionadas a problemas genéticos ou anomalias no desenvolvimento embrionário. Isso pode levar à formação inadequada das vértebras, resultando em curvaturas anômalas na coluna vertebral.
O tratamento para escoliose congênita pode incluir observação regular para monitorar a curvatura, uso de coletes ortopédicos em casos menos graves para controlar a progressão da curva e, em casos mais severos, cirurgia corretiva para estabilizar a coluna e corrigir a curvatura.
A estenose do canal lombar é uma condição em que o canal ósseo que abriga a medula espinhal e os nervos na região lombar se estreita, exercendo pressão sobre essas estruturas sensitivas. Isso pode causar dor, dormência, fraqueza e outros sintomas.
As causas mais comuns incluem o envelhecimento, degeneração (desgaste) dos discos intervertebrais, crescimento anormal dos ossos da coluna vertebral, doenças como a artrite e lesões na coluna. O estreitamento do canal lombar pode resultar em compressão dos nervos, levando a sintomas como dor nas costas que irradia para as pernas, sensação de formigamento, fraqueza muscular nas pernas, dificuldade em andar e, em casos graves, disfunção da bexiga ou intestino.
Uma das características comum na estenose de canal é a chamada claudicação Neurogênica que é a necessidade do paciente parar da caminhar para que os sintomas de dor, seja na lombar ou nas pernas tenha melhora temporariamente.
A artrose facetária lombar é uma condição em que as articulações facetárias (nome dado as articulações da coluna) na região lombar da coluna vertebral sofrem desgaste e degeneração. As articulações facetárias são as estruturas responsáveis por conectar as vértebras e proporcionar estabilidade e movimento à coluna.
As causas mais comuns da artrose facetária lombar incluem envelhecimento, desgaste natural das articulações, lesões na coluna, excesso de peso e atividades que sobrecarregam a região lombar. O desgaste progressivo das articulações pode levar à inflamação, dor e limitação de movimentos na região lombar.
Os possíveis sintomas da artrose facetária lombar incluem dor nas costas que piora ao se inclinar para trás, ficar em pé por longos períodos ou realizar movimentos de torção. A dor também pode irradiar para as nádegas e parte posterior das coxas. Além disso, rigidez e dificuldade em realizar certos movimentos também podem estar presentes.
O tratamento da artrose facetária lombar pode envolver fisioterapia, medicamentos para alívio da dor e inflamação, injeções de corticosteroides e, em casos mais graves, cirurgia para aliviar os sintomas.
A espondilolistese é uma condição em que uma vértebra desliza para a frente em relação à vértebra adjacente, comumente na região lombar da coluna vertebral.
As causas da espondilolistese incluem predisposição genética, fraturas por estresse, estresse crônico nas articulações facetárias, degeneração dos discos intervertebrais e certas condições congênitas que afetam a formação óssea.
Os sintomas da espondilolistese podem variar, sendo os mais comuns a dor lombar crônica, rigidez, fraqueza e dormência nas pernas, dificuldade para andar e alterações na postura.
O tratamento dependendo dos sintomas do paciente e do grau do deslocamento pode ser fortalecimento e fisioterapia ou até a necessidade de correção cirúrgica.
A fratura osteoporótica de coluna é uma quebra nos ossos da coluna vertebral que ocorre devido à fragilidade óssea causada pela osteoporose. A osteoporose é uma condição em que os ossos se tornam frágeis e propensos a fraturas devido à perda de massa óssea.
As causas mais comuns da fratura osteoporótica de coluna estão relacionadas à osteoporose, que pode ser agravada por fatores como envelhecimento, deficiência de cálcio e vitamina D, menopausa nas mulheres, tabagismo, consumo excessivo de álcool e falta de exercício.
Os possíveis sintomas da fratura osteoporótica de coluna incluem dor intensa nas costas que piora ao se mover, dificuldade em ficar em pé ou andar, perda de altura, curvatura anormal da coluna vertebral (cifose).
O tratamento pode ser dependendo do caso, repouso, analgésicos e uso de colete ortopédico. E nos casos graves correção cirúrgica.
A Doença de Scheuermann é uma condição que afeta a coluna vertebral onde a vértebra tem um formato alterado, resultando em curvaturas anormais, frequentemente na região torácica (costas). É mais comum em adolescentes e pode provocar deformidades conhecidas como cifose, onde a coluna vertebral se curva para a frente de forma acentuada.
As causas da doença de Scheuermann ainda não são totalmente compreendidas.
Os possíveis sintomas da doença de Scheuermann incluem dor nas costas, rigidez na coluna, fadiga muscular, curvatura anormal da coluna vertebral e até mesmo dificuldades respiratórias em casos mais graves.
O tratamento para a doença de Scheuermann pode incluir fisioterapia para fortalecimento muscular e melhoria da postura, uso de coletes para suporte da coluna, medicamentos para controle da dor e, em alguns casos, intervenções cirúrgicas.
A Doença de Scheuermann é uma condição que afeta a coluna vertebral onde a vértebra tem um formato alterado, resultando em curvaturas anormais, frequentemente na região torácica (costas). É mais comum em adolescentes e pode provocar deformidades conhecidas como cifose, onde a coluna vertebral se curva para a frente de forma acentuada.
As causas da doença de Scheuermann ainda não são totalmente compreendidas.
Os possíveis sintomas da doença de Scheuermann incluem dor nas costas, rigidez na coluna, fadiga muscular, curvatura anormal da coluna vertebral e até mesmo dificuldades respiratórias em casos mais graves.
O tratamento para a doença de Scheuermann pode incluir fisioterapia para fortalecimento muscular e melhoria da postura, uso de coletes para suporte da coluna, medicamentos para controle da dor e, em alguns casos, intervenções cirúrgicas.
A espondilodiscite é uma infecção que afeta os discos intervertebrais (cartilagem) na coluna vertebral. Essa condição pode ocorrer devido a uma infecção bacteriana (causa mais comum) ou fúngica (raro) que se espalha para a região da coluna vertebral.
As causas mais comuns da espondilodiscite incluem infecções sanguíneas, cirurgias na coluna, procedimentos invasivos, lesões na coluna, uso de drogas intravenosas e condições médicas que comprometem o sistema imunológico podem aumentar o risco de adquirir infecção, como diabete ou doenças autoimunes.
Os sintomas da espondilodiscite podem incluir dor intensa na região da coluna afetada, febre, rigidez na coluna, perda de peso involuntária, e fadiga.
O tratamento para a espondilodiscite envolve geralmente o uso de antibióticos ou antifúngicos para tratar a infecção, repouso e, fisioterapia, e em alguns casos, procedimentos cirúrgicos para drenagem de pus ou estabilização da coluna.
Tumor da coluna é um crescimento anormal de células nas vértebras, os ossos que compõem a coluna vertebral. Esses tumores podem ser primários, originados nas próprias vértebras, ou secundários, provenientes de metástases de tumores que se espalharam de outras partes do corpo.
Os tipos mais frequentes de tumores nas vértebras da coluna incluem os tumores benignos como os osteomas e os hemangiomas. Os tumores secundários mais comuns são metástases de cânceres originados em órgãos como pulmão, mama e próstata.
Os possíveis sintomas de um tumor de vértebra da coluna podem incluir dor localizada na região afetada, dor que irradia para outros locais do corpo, fraqueza muscular, fraturas ósseas espontâneas, compressão de raízes nervosas e, em casos mais avançados, compressão da medula espinhal.
O diagnóstico de um tumor de vértebra da coluna geralmente envolve exames de imagem, como ressonância magnética e tomografia computadorizada, além de possivelmente biópsia para identificar o tipo de tumor presente.
O tratamento para tumores de vértebras da coluna depende do tipo, localização, tamanho e estágio do tumor, podendo envolver cirurgia para remoção, radioterapia, quimioterapia ou terapias mais direcionadas.
A cirurgia minimamente invasiva de coluna é um procedimento cirúrgico realizado para tratar condições na coluna vertebral com incisões pequenas e técnicas menos invasivas em comparação com a cirurgia tradicional.
Neste tipo de cirurgia, os cirurgiões utilizam instrumentos especiais para acessar a coluna através de pequenas incisões na pele, evitando a necessidade de cortes maiores. Isso pode resultar em menos danos aos tecidos circundantes, menor tempo de recuperação e potencialmente menos dor pós-operatória.
A cirurgia minimamente invasiva de coluna é frequentemente utilizada para tratar condições como hérnias de disco, estenose espinhal, fraturas vertebrais e deformidades da coluna. Os benefícios incluem menor tempo de internação hospitalar, cicatrização mais rápida e retomada das atividades diárias mais rapidamente.
É importante ressaltar que nem todos os problemas na coluna podem ser tratados com cirurgia minimamente invasiva, e a decisão sobre o melhor procedimento a ser realizado deve ser discutida com um médico especializado em coluna.
A cirurgia endoscópica de coluna é um dos tipos de procedimento cirúrgico minimamente invasivo realizado para tratar condições na coluna vertebral.
Nesse tipo de cirurgia, os médicos utilizam um pequeno endoscópio, que é um tubo fino e flexível com uma câmera na ponta, para visualizar e tratar problemas na coluna através de incisões pequenas na pele.
Essa técnica permite aos cirurgiões realizar intervenções na coluna com uma visão ampliada e precisa, sem a necessidade de fazer incisões grandes. Isso pode resultar em menos danos aos tecidos circundantes, uma recuperação mais rápida e potencialmente menor risco de complicações pós-operatórias.
A cirurgia endoscópica de coluna é frequentemente utilizada para tratar condições como hérnias de disco, estenose espinhal, compressão nervosa e outras patologias da coluna.
Em resumo, a cirurgia endoscópica de coluna é uma abordagem inovadora e menos invasiva para tratar condições na coluna vertebral, oferecendo aos pacientes a possibilidade de uma recuperação mais rápida e potencialmente menos desconforto pós-operatório.
Neste procedimento, os cirurgiões removem parte de um disco herniado que está pressionando um nervo na região lombar.
Durante a cirurgia de microdiscectomia, os médicos realizam uma pequena incisão na região lombar e utilizam um microscópio para visualizar e remover com precisão a parte do disco que está comprimindo o nervo.
A microdiscectomia lombar é frequentemente recomendada para tratar hérnias de disco na região lombar que causam dor nas pernas, fraqueza ou dormência. Este procedimento é considerado seguro e eficaz para aliviar os sintomas associados à compressão nervosa causada por um disco herniado.
A cirurgia de descompressão medular é um procedimento cirúrgico realizado para aliviar a pressão sobre a medula espinhal.
Esta cirurgia é frequentemente realizada para tratar condições que causam compressão da medula espinhal, como hérnias de disco, espondilose ou tumores.
Durante a cirurgia de descompressão medular, os cirurgiões removem estruturas ósseas, tecidos ou discos que estão pressionando a medula espinhal. Isso ajuda a restaurar o espaço adequado ao redor da medula espinhal, aliviando a pressão e reduzindo os sintomas associados à compressão, como dor, dormência, fraqueza ou dificuldades motoras.
O objetivo da cirurgia de descompressão medular é melhorar a função neurológica, aliviar a dor e prevenir danos permanentes na medula espinhal.
A cirurgia de artrodese de coluna com técnica convencional é um procedimento cirúrgico no qual duas ou mais vértebras na coluna são fundidas para tratar condições como dor crônica, instabilidade ou deformidades na coluna vertebral.
Durante a cirurgia, os cirurgiões removem o disco danificado entre as vértebras e utilizam enxertos ósseos e materiais sintéticos (implantes como hastes e parafusos de titânio) para criar uma fusão entre as vértebras adjacentes.
Essa fusão resultante proporciona estabilidade à coluna e ajuda a reduzir a dor e a incapacidade causadas por problemas na coluna.
A artrodese de coluna com técnica convencional é realizada em casos em que outras opções de tratamento não foram eficazes e quando uma solução mais permanente e estrutural é necessária para tratar a condição da coluna do paciente.
A artroplastia de coluna, também conhecida como cirurgia de substituição do disco, é um procedimento no qual um disco intervertebral danificado na coluna é removido e substituído por um implante artificial.
Este tipo de cirurgia é realizada tanto na coluna lombar quanto na coluna cervical, dependendo da localização do disco a ser tratado.
Caracteriza pelo uso de prótese móvel capaz de manter a mobilidade semelhante à cartilagem saudável e diminuir a sobrecarga nas cartilagens adjacentes.
Tratamentos conservadores referem-se a abordagens não cirúrgicas para gerenciar dores na coluna, visando aliviar sintomas e melhorar a qualidade de vida sem a necessidade de intervenção cirúrgica.
1. Repouso e Atividade Física Adequada:
– Descanso moderado pode ajudar na recuperação inicial, mas deve ser seguido de atividades físicas suaves para fortalecer os músculos e melhorar a flexibilidade.
2. Fisioterapia:
– Exercícios específicos, massagem, tração e terapias manuais podem ser prescritos por um fisioterapeuta para fortalecer a musculatura, melhorar a postura e reduzir a dor.
3. Medicação:
– Analgésicos, anti-inflamatórios e relaxantes musculares podem ser utilizados para controlar a dor na região afetada. Assim como uso de medicações específicas para controlar a dor que podem ser anti-depressivos ou anticonvulsivante.
4. Programas de Alongamento e Fortalecimento:
– Exercícios de alongamento e fortalecimento podem ajudar a melhorar a postura, reduzir a tensão muscular e prevenir novas lesões na coluna.
Estes tratamentos conservadores podem ser eficazes no alívio da dor e na melhoria da qualidade de vida de indivíduos com problemas na coluna, antes de considerar opções mais invasivas, como cirurgias.
A infiltração epidural da coluna vertebral é um procedimento no qual medicamentos, como esteroides ou anestésicos, são injetados perto da medula espinhal na região conhecida como espaço epidural.
O objetivo é aliviar a dor resultante de condições que afetam os nervos da coluna vertebral.
As Indicações pode ser:
Hérnias de disco: Para aliviar a dor causada pela compressão dos nervos devido a um disco herniado. Pode ser uma técnica tentada quando mais existe uma lesão neurológica como fraqueza.
A infiltração epidural da coluna vertebral é uma opção de tratamento minimamente invasiva que visa reduzir a dor e a inflamação em condições relacionadas à coluna vertebral.
A ablação por radiofrequência da coluna vertebral é um procedimento minimamente invasivo no qual ondas de radiofrequência são usadas para interromper os sinais de dor transmitidos pelos nervos da coluna vertebral, proporcionando alívio da dor crônica.
As Indicações:
A ablação por radiofrequência da coluna vertebral é um procedimento seguro e eficaz para o tratamento da dor crônica relacionada à coluna.
A cifoplastia é um procedimento minimamente invasivo usado no tratamento de fraturas por compressão na coluna vertebral.
Durante a cifoplastia, um balão é inserido no osso fraturado e inflado para restaurar a altura vertebral antes de ser preenchido com cimento ósseo para estabilizar a fratura.
A rizotomia da coluna vertebral é um procedimento minimamente invasivo realizado para aliviar a dor crônica na região das costas ou pescoço. Durante a rizotomia, os nervos danificados ou irritados que enviam sinais de dor são interrompidos por meio de calor ou radiofrequência.
A rizotomia da coluna vertebral é um procedimento eficaz para proporcionar alívio da dor crônica.
A infiltração facetária é um procedimento minimamente invasivo usado para diagnosticar e tratar a dor nas articulações facetárias da coluna vertebral. Durante a infiltração, um medicamento anti-inflamatório é injetado diretamente nas articulações facetárias para aliviar a dor e reduzir a inflamação.
Além de diagnóstica, a infiltração facetária também pode ser terapêutica, proporcionando alívio da dor e melhorando a qualidade de vida do paciente.
A infiltração foraminal é um procedimento no qual um medicamento é injetado no espaço ao redor da raiz nervosa na coluna vertebral, chamado forame, onde os nervos espinhais saem da medula espinhal. Essa injeção visa reduzir a inflamação e aliviar a dor causada pela compressão ou irritação dos nervos na região.
A Radiculopatia: Em casos de dor irradiada pela compressão de uma raiz nervosa na coluna vertebral, a infiltração foraminal pode ser uma opção terapêutica.
A infiltração facetária é um procedimento minimamente invasivo usado para diagnosticar e tratar a dor nas articulações facetárias da coluna vertebral. Durante a infiltração, um medicamento anti-inflamatório é injetado diretamente nas articulações facetárias para aliviar a dor e reduzir a inflamação.
Além de diagnóstica, a infiltração facetária também pode ser terapêutica, proporcionando alívio da dor e melhorando a qualidade de vida do paciente.
A infiltração foraminal é um procedimento no qual um medicamento é injetado no espaço ao redor da raiz nervosa na coluna vertebral, chamado forame, onde os nervos espinhais saem da medula espinhal. Essa injeção visa reduzir a inflamação e aliviar a dor causada pela compressão ou irritação dos nervos na região.
A Radiculopatia: Em casos de dor irradiada pela compressão de uma raiz nervosa na coluna vertebral, a infiltração foraminal pode ser uma opção terapêutica.
A infiltração facetária é um procedimento minimamente invasivo usado para diagnosticar e tratar a dor nas articulações facetárias da coluna vertebral. Durante a infiltração, um medicamento anti-inflamatório é injetado diretamente nas articulações facetárias para aliviar a dor e reduzir a inflamação.
Além de diagnóstica, a infiltração facetária também pode ser terapêutica, proporcionando alívio da dor e melhorando a qualidade de vida do paciente.
A infiltração foraminal é um procedimento no qual um medicamento é injetado no espaço ao redor da raiz nervosa na coluna vertebral, chamado forame, onde os nervos espinhais saem da medula espinhal. Essa injeção visa reduzir a inflamação e aliviar a dor causada pela compressão ou irritação dos nervos na região.
A Radiculopatia: Em casos de dor irradiada pela compressão de uma raiz nervosa na coluna vertebral, a infiltração foraminal pode ser uma opção terapêutica.
A infiltração facetária é um procedimento minimamente invasivo usado para diagnosticar e tratar a dor nas articulações facetárias da coluna vertebral. Durante a infiltração, um medicamento anti-inflamatório é injetado diretamente nas articulações facetárias para aliviar a dor e reduzir a inflamação.
Além de diagnóstica, a infiltração facetária também pode ser terapêutica, proporcionando alívio da dor e melhorando a qualidade de vida do paciente.
A infiltração foraminal é um procedimento no qual um medicamento é injetado no espaço ao redor da raiz nervosa na coluna vertebral, chamado forame, onde os nervos espinhais saem da medula espinhal. Essa injeção visa reduzir a inflamação e aliviar a dor causada pela compressão ou irritação dos nervos na região.
A Radiculopatia: Em casos de dor irradiada pela compressão de uma raiz nervosa na coluna vertebral, a infiltração foraminal pode ser uma opção terapêutica.














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Sim, o atendimento acontece de forma humanizada, levando em conta o bem-estar dos pacientes e tendo como prioridade a realização de tratamentos conservadores antes de se pensar na realização de uma cirurgia.
O tempo de recuperação varia dependendo do tipo de cirurgia e da condição individual do paciente, mas, geralmente, os pacientes começam a se recuperar dentro de algumas semanas, com continuidade da melhoria ao longo de vários meses.
A decisão é baseada em vários fatores, incluindo a intensidade da dor, incapacidade causada pela condição, e resposta a tratamentos não cirúrgicos, que são sempre considerados primeiro.
O acompanhamento inclui consultas regulares para monitorar sua recuperação, avaliações de imagem para verificar a progressão da cura, e recomendações para fisioterapia e outras reabilitações.